investiga formas de popularização da ciência e descentralização das artesdos grandes centros e galerias.
Por isso investe em metodologias especulativas, experimentações antropológicas e processos criativos centrados em tecnologias ancestrais, saber-fazer, e oficinas culturais.
Suas pesquisas artísticas-antropológicas friccionam diferentes modos de investigação e compreendem o texto como textum, ou seja, como tecido, como grafias.
Além disso, para descentralizar a escrita da academia e as artes dos museus, ela/elu investe em ações arte-educativas tecendo a linguagem científica da antropologia com processos criativos das artes visuais.