Se interessa pela descentralização das artes de grandes
centros e galerias, por isso desenvolve especulações
metodológicas, investiga tecnologias ancestrais e
processos criativos costurados aos povos e comunidades
tradicionais, além de trabalhar como arte-educadora.

Nasceu em 1989, no interior do Brasil, em Inhumas – Goiás. 
É neurodivergente – TEA, TDAH, SD/AH (CID 11 – 6A02, 6A05),
lésbica e roedora de pequi.

Ser Arte, Fazer Arte, Viver Arte

Artista visual & antropóloga

tem graduação em artes visuais,
mestrado e doutorado em antropologia.

Vem investigando os conceitos de antropoceno,
territorialidades, corpos dissidentes, fazeres e grafias.

Ela/elu pesquisa o têxtil, a cerâmica, a gravura, a
pintura e encontra na “foto-grafia” um modo de
investigação com o olhar.

A partir das metáforas “Travessias do Sensível” e
“Corpo-Cerrado, sistematizadas pela
artista-antropóloga, ela realiza “abstrações gestuais”.

Realizou imersão no Ateliê de Dona Xica 2024, ceramista residente no quilombo Alto Santana, Goiás; desenvolveu curadorias sobre têxtil e cerâmica, 2021 e 2024; e participou das exposições coletivas: Museu Victor Meirelles (SC), 2025; Museu das Bandeiras (GO), 2025; Museu dos Correios (DF), 2024; Palácio Conde dos Arcos, FICA, (GO), 2023.

O mais recente trabalho de Ralyanara é como curadora-artista da exposição Arquivo Lésbico e suas Grafias, 2025, no Museu Antropológico da UFG.

Foi bolsista FAPEG (2013-2015); bolsista FAPESP (2017-2021); contemplada/e pelos editais Paulo Gustavo (2023), Aldir Blanc (2024) e Claque Cultural (2025).

É bolsista em arte no projeto Antes que Aconteça, pela UnB/Ministério da Justiça (2026); e bolsista Pós-Doc em antropologia pela Unicamp (2026-2027).

Ralyanara recebeu o Prêmio de Reconhecimento em
Direitos Humanos pelo Instituto Vladmir Herzog (2022);

foi indicada ao prêmio Capes Tese (2021);

e também recebeu menção honrosa no Concurso
Sílvio Romero pelo IPHAN (2019).