Corpo-Cerrado é uma metáfora que investiga as relações entre corpos dissidentes e o bioma Cerrado.
Pesquisa discorre sobre as pragas do antropoceno e como elas estão visíveis em diferentes superfícies, sob/sobre diferentes viveres.
A obra busca refletir sobre as interações estabelecidas, cotidianamente, com o antropoceno e suas variadas formas de exploração da vida.
O trabalho tem sido elaborado a partir de “travessias sensitivas” pelo Cerrado, expressão criada e investigada pela artista.
O conjunto fotográfico que se vê, surgiu de uma “travessia” realizada no Parque Estadual Terra Ronca, nordeste de Goiás, em 2024. O momento foi conduzido por mulheres integrantes de comunidades locais. Durante a andança, a artista se deparou com uma carcaça de gado.
Desde então, Ralyanara interage com a peça em diferentes ambientes do Cerrado goiano.
As fotografias apresentadas foram criadas, além de Terra Ronca, nos seguintes locais:
lago artificial da Usina Hidrelétrica de Corumbá, Luziânia; Área de Preservação Permanente (APP) Morro Feio, Hidrolândia; Parque Leolídio di Ramos Caiado, Goiânia;